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26 de abr de 2010

Alguns instantâneos em Lisboa

Aproveitei este belo dia quente para conhecer a ciclovia que começa em Pina Manique e vai até ao Parque Eduardo VII, aqui ficam algumas fotos:

Subindo o monte

Por cima do novo viaduto sobre a Avenida Calouste Gulbenkian



Vista para a Praça de Espanha

No mesmo viaduto, uma bela visão da Avenida Calouste Gulbenkian para a Praça de Espanha



Antigo Palacio da Justiça

Nas traseiras do antigo Palácio da Justiça. Se o Santana tivesse ganho a Câmara de Lisboa, possivelmente aqui ficaria uma nova estrada para carros em desfavor desta ciclovia.



Feira do Livro

Preparando a abertura da Feira do Livro no Parque Eduardo VII


Parados na Avenida Liberdade

Tudo parado em fila na lateral da Avenida da Liberdade. O prazer que o ciclista tem em ziguezaguear por entre os carros parados, parar quando apetecer e tirar uma foto para gozar com eles.


Queres um gelado?

Olhem-me para esta ingrata! Ofereci-lhe um gelado pelo passeio que me estava a proporcionar e ela não quis! Que se foda, comi-o eu...

16 de dez de 2009

10 de out de 2009

Mesmo local, mesma situação, estúpidos diferentes.

Estupido

Estupido

Estupido



Agora imaginem se fosse uma bicicleta a tapar uma via de automóveis?

12 de ago de 2009

Ida à Baixa

Na sexta-feira tinha um almoço combinado na Baixa e umas compras, mesmo na Praça da Figueira, e qual seria o melhor meio de transporte para lá chegar e estar à vontade por lá? Já sei que vão pensar que será a bicicleta o melhor meio mas eu até vos digo que é o metro! Mas melhor ainda é conciliar estes dois ecológicos meios de transporte e assim lá fui de duas rodas até ao Campo Pequeno onde estava a minha companhia e fui de metro o resto do percurso. Mas ainda tirei estas duas fotos de dois pormenores da ciclovia no Fonte Nova em Benfica, quando ela passa por baixo da Segunda Circular e a recta que nos leva para a serra do Monsanto.
É uma bela ciclovia que poderia ser mais útil por outros caminhos e bastante contestada pelas mentes retrógradas dos lisboetas que insistem em apenas pensar em estradas e estacionamentos para os seus carros.


Ciclovia de Benfica

Ciclovia de Benfica


Já na viagem de metro que fiz sem a bike ao lado, tenho a dizer que continua rápido como sempre, confortável quanto baste e com as mesmas pragas e viroses de há anos: os pedintes e os aleijados de profissão. O metro até faz parecer o Windows, usamos mas não podemos alterar as paragens nem o percurso, tal como no Windows não podemos alterar o código fonte; temos de levar com aquelas pragas dos pedintes e as viroses dos carteiristas tal como no Windows temos de levar com adware e vírus. Se calhar acham que estou a ser muito insensível aos dramas sociais mas muitos daqueles pedintes e aleijados usam o metro e o acto de pedir como profissão há anos! E conseguem fazer a ideia do que é estar uma tipa a um metro dos vossos ouvidos e a berrar "dê-me uma esmolinha, sou doente e não posso trabalhar"? Temos de estar sempre atentos à nossa volta e ter atenção à nossa carteira!

Bom, lá cheguei, continua a haver muito transito na baixa, carros demais para o meu gosto, nem tantos como gostaria o Pedro Santana Lopes, pouquíssimos como acha o Barbosa do Partido dos Carros, o ACP, mas é assim que Lisboa é. Já na volta e depois de apanhar a burra fui apanhar a radial de Benfica para ver algumas das obras que o António Costa mandou construir e que prevejo serem únicas caso perca as eleições para o Santana Lopes pois parece-me bem mais fácil o PSL mandar construir um túnel para os carros que atravesse Lisboa do que construir 10 metros de ciclovia "numa cidade de colinas". Eis um pormenor duma via aérea para ciclistas e peões mandada construir pelo actual Presidente da Câmara de Lisboa:

Ciclovia na Radial de Benfica

Outro pormenor à saída dessa mesma ponte:

Ciclovia na Radial de Benfica


Há quem insista que tudo isto é um desperdiçar de dinheiros públicos, ciclovias com pouca utilidade, mas continuo a não ver incentivos reais ao uso da bicicleta como meio de transporte alternativo, eficiente e ecológico, nem vejo aparecer uma cultura e educação para o uso da bicicleta em desfavor ao uso do carro como tem sido prática corrente. E temo que o Santana Lopes caso vença as eleições, ainda piore a situação.

E boas pedaladas...

10 de jun de 2009

Dá para acreditar?

Tenho que ir muitas vezes buscar a minha herdeira à escola da Quinta de Marrocos em Benfica e reparo que ao contrário do que acontecia no meu tempo, a maior parte dos estudantes chegam e saem da escola no carro dos seus pais, outros fazem-no de transportes públicos. O resultado são as enormes filas pela manhã e ao fim do dia para a entrega e recolha dos estudantes na zona. Mas o mau é o enorme desrespeito pelos peões ao estacionarem os carros em cima dos poucos passeios da zona, exemplo na foto abaixo:

Estacionamento abusivo


Estava eu parado à espera da miúda naquela esquina mesmo no centro da foto abaixo, e como sei que por vezes deixam lá carros estacionados mesmo nesse sítio em cima do passeio, deixe-me estar para ver se alguém me incomodava. E não é que após uns dez minutos chegou um sujeito num furgão, parou, abriu a janela e disse-me: "não se importa de sair ou chegar-se para lá para eu estacionar aí?". Ainda pensei para comigo que o sujeito devia estar a brincar! Eu, um peão, sair do passeio para o fulano meter lá o carro!! Mas não, ele teve mesmo a lata de me pedir para sair mesmo do passeio para estacionar ali.
- Importo-me sim, o passeio é para os peões e a estrada é para os carros! Vai estacionar lá para o fundo. Disse-lhe eu enquanto apontava para o fundo da rua. Meteu a cabecinha para dentro do veículo e sem mais abrir o bico arrancou la para o fundo onde ainda havia lugares para estacionar.

Junto à Escola Quinta Marrocos

Uma semana depois encontrava-me no mesmo sítio e lá passou ele no seu veículo mas agora já não teve a lata de fazer o mesmo pedido. Como é possível um automobilista pedir para um peão sair do passeio para lá meter o seu carro??
Ainda há poucos dias aconteceu a mesma coisa com a minha cunhada, estando ela a brincar no passeio com a minha sobrinha e acabaram por sair do passeio para se meter dentro do seu carro porque um velhote queria meter nesse mesmo passeio o seu carro e havendo vários lugares ao lado! Claro que mandei vir com ela que nunca o devia ter feito, que devia ter mandado o automobilista dar uma volta ao bilhar grande, mas isto reflecte em muito a cultura e a educação dos portugueses ao volante.

Pessoal, nunca saiam do passeio quando algum automobilista queira meter o carro em cima dele! Façam-lhe frente e digam-lhe que o passeio é vosso e a estrada é que é dos carros! Façam valer os seus direitos! Pelo sim, pelo não, tragam sempre convosco os famosos autocolantes amarelos para os aplicar nas janelas destes maus automobilistas!

20 de mai de 2009

E ninguem lhe pôe o autocolante amarelo???

Ninguém tem o autocolante amarelo para meter nos veículos mal estacionados para por nesta máquina estacionada no passeio?? E ainda por cima em frente à passagem de peões....

Bike estacionada

Bike amarelo canário na Praça Nuno Rodrigues dos Santos, local onde é impossível estacionar um carro durante quase todo o dia, mas para as duas rodas há sempre :)

16 de mai de 2009

Novo Terreiro do Paço

in IOL Diário:

Os carros vão «desaparecer» do Terreiro do Paço. O novo projecto de requalificação vai reduzir a circulação automóvel que actualmente é de 40 por cento, mas vai passar a ser de 11 por cento, segundo o projecto apresentado esta sexta-feira pelo arquitecto responsável.

«Quarenta por cento da área da praça é destinada à circulação automóvel. O objectivo é reduzir drasticamente esta opção», assumiu, à agência Lusa, o arquitecto Bruno Soares, referindo que o tráfego não deverá tomar mais do que 11 por cento do espaço.

Esta concepção de mobilidade no Terreiro do Paço vai ao encontro do plano elaborado pela autarquia lisboeta e que foi recentemente submetido a discussão pública.

A placa central do Terreiro do Paço será alargada, as vias laterais serão interditas ao trânsito, os passeios junto às arcadas alargados e o pavimento assumirá um tom amarelado.

O trânsito frente ao rio far-se-á apenas com uma faixa de rodagem e na rua paralela ao arco da Rua Augusta será reservado a transportes públicos, mantendo-se as paragens de eléctrico existentes.










Apesar dos prós e contras sobre a estética da nova Praça do Comércio, espero que este projecto vá em frente só pelo facto de quase se acabar com os automóveis particulares dum dos principais e mais nobres centros do País. Sei que vai haver muita resistência a este projecto por parte do lobby automobilístico, lobby esse que ainda sente saudades dos velhos tempos em que esta praça se resumia a um enorme parque de estacionamento de latas...
Mas os automobilistas não ficarão proibidos de a esta praça regressar, basta pegarem numa bicicleta e pedalarem até lá. Até lhes vai fazer bem só por respirarem um ar menos poluído que concerteza lá se irá fazer sentir... :)

31 de mar de 2009

Ciclovia quase pronta em Benfica

Dá gosto de ver as obras do prolongamento da ciclovia do Monsanto a estenderem-se pela Rua de Campolide, Avenida Calouste Gulbenkian, Fonte Nova, Colégio Militar. Na zona de Campolide os trabalhos estão praticamente prontos. Já por Benfica ainda há muito por fazer. Fica aqui uma foto das obras junto ao parque de estacionamento do Fonte Nova:

Ciclovia Benfica

O pior é ouvir os comentários das pessoas que por ali passam, mostrando uma enorme falta de cultura entre outras coisas piores.

-Olhem-me para isto, a Câmara deve estar cheia de dinheiro para o enterrar aqui.
-Para quê isto? Já viste quantos lugares de estacionamento isto vai tirar??
-Ainda se fizessem mais uns parques de estacionamento e mais estradas, agora esta merda de pistas para bicicletas que ninguém usa...

A um transeunte ainda lhe disse se sabia quanto está a custar a auto estrada CRIL que estão a construir em Benfica e se sabia que todo este trabalho com as ciclovias correspondia a apenas alguns míseros metros da CRIL, em termos de valores monetários. E as ciclovias não implicam destruir casas e parques como está a acontecer com essa auto estrada!
Calou-se e foi cuspir veneno para outro lado...

26 de mar de 2009

Bora lá espalhar uns autocolantes?

Acham bem o que este animal está a fazer (ainda está dentro do carro...):

Olha que bem que aqui se está!

Isto passou-se na Rua Diogo Macedo, mas milhares de outras situações iguais e piores acontecem diariamente em Lisboa e noutras cidades. O animal está a marimbar-se para os peões que tem de atravessar a passadeira tal como para o perigo acrescido a que os peões estarão sujeitos nesta passagem pela menor visibilidade que um automobilista terá ao passar ali. Esta transgressão ao código poderá implicar que o carro lhe seja rebocado para um dos parques da Polícia além das respectivas coimas, mas mesmo assim esta besta arrisca o estacionamento ilegal.


E porque venho escrever sobre estes energúmenos que estacionam mal e porcamente, não respeitando os peões? Porque venho convidar os leitores deste blogue a fazer o download deste autocolante e aplicá-lo, dentro das regras, nos respectivos automóveis e motos que não respeitem os peões tanto nos passeios como, por exemplo, nos passagens de peões...

30 de jan de 2009

Belo sítio para estacionar....

Vê-se logo que é um desperdício de rua com esta enorme passadeira, por isso é de estacionar já aqui....

Tudo meu!


Avenida Conde Valbom, 30 de Janeiro de 2009

24 de jan de 2009

Poluição automobilística em Lisboa

O fim de semana passado dei um saltinho à Feira da Ladra e acabei por tirar umas fotos deste caos automobilístico que grassa na zona, tal como pela maior parte de Lisboa. Os passeios não deveriam ser para os peões?

Estacionamentos 1

Estacionamentos 2


Estes ocuparam toda a largura do passeio, os peões que vão pela estrada! Mas tiveram menos sorte e todos estes foram multados:

Estacionamentos 3

Estacionamentos 4


Entretanto o ACP quer continuar que estas situações bem como a poluição automobilística continue pela Baixa de Lisboa.

18 de dez de 2008

ACP protesta contra possível encerramento ao trânsito do Terreiro do Paço

Ontem saltou para os jornais a notícia que o ACP se manifestou contra o plano de encerramento do trânsito na Praça do Comércio, pela Câmara de Lisboa. Alega o ACP que o plano vai afectar gravemente a mobilidade de Lisboa já que por ali passam diariamente 78 000 viaturas e que elas teriam de ser desviadas para ruas adjacentes e estreitas da Baixa Pombalina. Até porque basta ver o que se passa aos Domingos quando enormes filas de carros crescem devido à palhaçada de fechar o Terreiro do Paço ao trânsito, para meia dúzia peões e ciclistas andar a passear.



Acho que o ACP tem toda a razão! Fechar a via que vai da Avenida Infante D. Henrique para o Cais do Sodré é um autentico crime! Mas isso cabe na cabeça de alguém? Então como é que o pessoal pode assim passear nos seus carros por essa zona? Como é que é possível as pessoas se deslocarem para os seus empregos ou apenas passarem por lá estando aquilo fechado ao trânsito? Se calhar tem de ir pela Carris ou pelo Metro, não? E o próprio Terreiro do Paço deveria ser aberto e usado ao que realmente é importante, os maravilhosos carros! Qual a utilidade de estar vazio? Para os peões e "cámones" andarem a tirar fotos? Estupidez crua e pura. O Terreiro do Paço tem de voltar a ser um belo estacionamento de automóveis como era há uns anos atrás e a foto abaixo mostra:

(Foto gamada do Menos Um Carro)

Sem dúvida que tentar afastar e impedir os carros desta zona nobre de Lisboa é algo de completamente despropositado. Será que a ideia da Câmara é matar a Baixa? Querer fazer do Terreiro do Paço uma zona completamente morta como são as Ramblas em Barcelona onde o trânsito automóvel foi quase totalmente cortado?


Ou como no centro de Amesterdão onde quase só há esses empatas dos peões e perigosos ciclistas, e onde impedem as pessoas de passear e gozar a cidade de dentro do seu carro? Será que é isso que Lisboa quer? Já não basta ver a Rua Augusta morrer desde que foi fechada ao trânsito, agora também o local nobre de Lisboa?
Qual o prazer que uma pessoa tem em entrar numa praça nobre e encontrá-la fechada ao transito? Não haver estacionamentos para os úteis carros e só se encontrar mesas e cadeiras para relaxar com uma bebida, isso é que conta?


Aliás, acho que o ACP fica muito aquém na indignação que apresenta à Câmara. Devia exigir que a Rua Augusta fosse devolvida aos carros para que renascesse. Deveria exigir que as vias rápidas da Rua da Prata e Rua do Ouro tivessem limites de velocidade a condizer, pelo menos 100Km/h. Já que são quase auto-estradas dentro da cidade, que tenham velocidades condignas. Diminuir os passeios no Rossio e praça da Figueira para que se possa estacionar. Pois como está todo esse espaço entregue ao palhaço do peão, é um esbanjar dum bem precioso e bem mais útil para os automóveis. Voltar a meter os automóveis em Alfama, Mouraria e Bairro Alto! É uma falta de liberdade não se poder andar em muitas dessas ruas agora fechadas ao trânsito. E então os moradores não tem direito a ter lá o seu carro à porta??? É um atentado aos direitos dos moradores que tem de ser denunciado. Já agora a Câmara em vez de andar a estoirar rios de dinheiro em ciclovias, devia canalizar esses euros para construir mais parque de estacionamento subterrâneos no Terreiro do Paço, debaixo do Bairro Alto, debaixo do Castelo, debaixo de cada rua, no mínimo! E acabar de vez com o Dia Sem Carros, outra ideia parva sem pés nem cabeça. E se não for pedir muito, colocar a Polícia Municipal a multar e proibir quem andasse de bicicleta pela cidade pois esses gajos são uns criminosos pois promovem imensos acidentes aos automobilistas e tentam incentivar uma maléfica cultura anti-carro.

Penso que o ACP ainda devia exigir mais umas coisitas mas como tenho já o estômago meio às voltas com esta história, acho que fico por aqui....

16 de out de 2008

10 de set de 2008

Contratempos

Não tenho escrito muito por aqui, mas as minhas voltas tem sido tão pequenas que quase nem merecem ser mencionadas. Na ultima sexta-feira optei por ir almoçar fora, na Avenida Marquês de Tomar e claro que o meio de transporte escolhido para me levar da Damaia até ao local, tinha de ser a minha burra. É uma volta pequena que demora apenas meia hora, passando por Benfica, Fonte Nova, Sete Rios, Praça de Espanha, Avenida de Berna e por fim Marquês de Tomar. E assim ficou amarradinha e bem à vista do local onde almocei.

Marquês Tomar

E não devo ter sido só eu porque já havia outra amarrada e sem selim, não vá alguém passar por ela e sem querer levá-lo...

Marquês Tomar 2

No regresso tive direito a ganhar o meu primeiro furo, o que significou ter tido boleia para casa. Pelos visto é mais perigoso andar pelas avenidas onde são lançados para a rua todo o tipo de pionés, do que andar pelo Monsanto a trepar encostas cheia de pedras afiadas. Já em casa deu para ver 3 crateras provocadas por um único pionés! Isto de remendar furos e ter camaras de ar cheia de remendos, fez me lembrar as minhas bicicletas da juventude que quase não se sabia de que cor era a borracha, tantos os remendos tinham!

Primeiro furo

E após a roda remendada e cheia de ar, deixei-a a convalescer, coitada. Pior foi encontrá-la horas depois novamente vazia! Ou já não sei remendar buracos ou a coisa era mais grave do que pensava. Pelo sim, pelo não, vou comprar outra camara de ar...

E boas pedalas!

20 de jul de 2008

Damaia - Terreiro do Paço

Já diz o pobão, que manhã de nevoeiro, não dá praia mas dá para pedalar, e não é que tem razão? Como estava fresquinho arranquei para o Fonte Nova para me inteirar das notícias do dia e segui depois sem rumo pela Estrada de Benfica, Sete Rios, José Malhoa, Marquês de Pombal e acabei por chegar ao Terreiro do Paço. Não é que andassem por lá resmas de ciclistas, mas acaba por ser um ponto de passagem para muitos deles e os turistas que por lá passeiam agradecem. É sempre bom ver que nestas horas deixa de haver várias vias rápidas na baixa de Lisboa e ela se parece mais com outras cidades europeias que há muito acabaram com esse cancro que é o transito automóvel nas suas zonas históricas. Eis algumas fotos do Marquês, Restauradores e Terreiro do Paço:

Marquês de Pombal

Restauradores

Praça do Comércio

Após apreciar esta beleza bastante mal aproveitada que é o Terreiro do Paço, subi pela Rua Augusta, Avenida da Liberdade e pelo jardim do Marquês de Pombal até ao cimo junto à famosa estátua do Cutileiro, sempre em passo de passeio, apreciando a paisagem como só é possível duma bicicleta e reparei que cada vez tenho menos dificuldades nas subidas. Reparo mesmo que as vou ultrapassando em mudanças mais altas e como menor esforço :)

Uma imagem do calçadão visto do Alto do Parque e uma imagem da cadeia na Marquês da Fronteira:

Alto do Parque 2

Cadeia na Marquês da Fronteira

Continuei pela Miguel Torga abaixo até à rotunda de Campolide onde tirei esta foto com as Amoreiras ao fundo, apanhando o viaduto do Eixo Norte-Sul e as linhas de comboio de Campolide:

Amoreiras à vista

Regressei então pela ciclovia da radial de Benfica, umas das poucas de Lisboa.

Ciclovia do Monsanto

E assim foram mais 21 Km em cima da minha bike, cujo percurso deixo aqui para a posteridade...

Terreiro do Paço

Boas pedaladas...

14 de jun de 2008

Tentem descobrir a diferença

Proibido estacionamento

A diferença é que o carro vermelho ou um outro veículo qualquer de 4 rodas, pode (devia) ser multado por estar ali estacionado. Quanto à bicicleta, ninguem vai chatear o dono por ela ali estar, desde que não estorve, claro.
É só mais uma vantagem de levar a bicicleta para a cidade :)

Só para relembrar...

As bicicletas e a EMEL são incompatíveis! A bicicleta pode estacionar em quase qualquer lado, sem haver necessidade de tirar ticket da EMEL, nem os chulos da EMEL podem multar ou rebocar as bicicletas. Para quem anda a sustentar a EMEL, pensem quanto poupariam ao fim do mês se viessem de bicicleta :)

Incompatibilidades

Damaia - Baixa e regresso, com upgrades pelo meio

Belo Sábado, um pouco quente demais para andar a passear ao sol mas mesmo assim estava com a "pica" de pedalar, coisa que me dá quando fico alguns dias sem me sentar no seu selim. Antes de arrancar, fiz um valioso upgrade na minha burra, fazendo com que ela possa valer monetariamente mais do dobro de quando a comprei! Reparem bem no autocolante que coloquei no quadro, não é lindo??


Upgrade na minha burra

Lá fui pela Damaia abaixo e em Benfica aconteceu o momento cultural do dia, quando absorvi as primeiras páginas de todos os jornais e de muitas revistas em exposição. Sem saber para onde iria, continuei em direção a Sete Rios e virei para a José Malhoa onde encontrei esta bicicleta devidamente estacionada junto às torres gêmeas:

Como prender um bike, 2

Atentem no pormenor do selim preso ao cadeado!

Como prender um bike, 1

Reparei que em Barcelona, quando lá estive o ano passado, era raro ver uma bicicleta estacionada com o selim posto. Ou era removido pelo dono ou roubado. Com o exemplo acima, nem o dono precisa de andar com o selim no bolso nem é roubado :)

Continuei pelo Bairro Azul, Augusto Aguiar, Marquês e terminando na Baixa, e fui reparando que cada vez se vê mais gente a optar pela bicicleta nos seus passeios. Sem capacete, nas calmas, apreciando a liberdade que é andar por todo o lado sem constragimentos. Ao passar junto à Camara Municipal apoveitei para fazer o segundo upgrade à burra.

Upgrade na minha burra

Agora já posso ir às compras com a minha burra, pois já ela já tem um local para carregar os alforges! E os tipos da Biclas foram porreiros pois fixaram aquele zingarelho na burra com os seus parafusos, cobrando apenas aquela estrutura. Não encontrei foi a tasca do Pereira onde o Xiclista tira aquelas fotos dos pratos apetitosos, fica para a próxima.

Aqui fica o percurso dos 23,5 Km, um pouco mais duros devido ao sol e calor do meio dia que incidia diretamente na minha bela cabeça....

Baixa