Mostrando postagens com marcador Monsanto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Monsanto. Mostrar todas as postagens

20 de mai de 2009

Tirei as teias da burra...

Já há algum tempo que não pedalava, ora por estar a chover, ora por estar frio, ora porque ia a algum lado e em especial porque "hoje-na-m'apetece". Lá tive de tirar algumas teias de aranha e desalojar as donas dela da minha burra, instalar o conta quilómetros e lá fui fazer rodagem às pernas. Buraca, Benfica, Fonte Nova, Monsanto e regresso, apenas 8 Km que o aparelho contou, deve estar desafinado, sem dúvida...

Monsanto

Já há muito que não tinha tanto prazer como o que hoje tive ao ultrapassar várias centenas de metros de filas quase paradas na Buraca até à Rua da Venezuela. Ora era pela esquerda, pela direita, pelos passeios e os condutores do material fumegante a roerem-se de inveja :)

Estranho é não sentir grande diferença ao pedalar agora com 15 Kg de gordura a menos no corpo, pensei que iria quase voar mas afinal apenas notei que as subidas estão ligeiramente mais fáceis...

Se correr bem, este fim de semana serão mais uns quilómetros para a conta...

25 de abr de 2008

Um belo dia para pedalar e uma imagem

Monsanto

Ponte para Benfica

25 de dez de 2007

Caselas

Para não perder o ritmo e como hoje (dia 24) tive tolerância, agarrei na burra e arranquei quase sem direção, acabando por optar descer via Alfragide, Jumbo e entrando em Caselas que eu não conhecia.
Um pequeno bairro escondido dentro do Monsanto, aparentemente sossegado. Daí arranquei para o interior do Monsanto, passando pelo centro Helen Keller, e logo de seguida fiquei com uma vista soberba de Alfragide, Outorela e arredores, tal como se pode ver nas fotos abaixo:

Monsanto 2

Monsanto 3

Continuei passando junto ao Caramão e pouco depois passei numa das poucas ruas fechadas ao transito automóvel no Monsanto, a estrada que vai para o Bairro da Boavista. Só assim se impede os carros de devassarem o nosso parque verde. Engraçada a preocupação em fechar as três ruas, que eu tenha conhecimento, para proteger o Monsanto e depois tivessem deixado construir aquela aberração volumosa da Universidade Católica destruindo vários hectares do Monsanto. Será que não havia outro local para construir aquela Faculdade???

Monsanto 4

Eis umas das ciclovias construídas pela Câmara de Lisboa no Monsanto, esta na estrada que vai para o Bairro da Boavista:

Monsanto 5

Foi uma voltinha pequena, apenas 11 Km, mas já deu para desentorpecer os músculos das pernas.

15 de dez de 2007

Anfiteatro Keil do Amaral, Alcantara e Baixa, para aproveitar este Sol de Dezembro

Como as manhãs tem estado impróprias para pedalar, tal o frio que tem estado, optei por arrancar sem destino pela tardinha. Apontei para o Monsanto e daí para o Anfiteatro Keil do Amaral. Pedalei nas calmas pois estava uma excelente tarde para apreciar a paisagem. E nas calmas cheguei ao Anfiteatro onde tirei duas fotos, sendo a primeira da paisagem com a Ponte 25 de Abril ao fundo e a segunda onde se pode ver o aspecto do anfiteatro.

Monsanto 1

Monsanto 2

Aproveitei para banho à minha burra que andava necessitada. Pelos vistos a Câmara de Lisboa espalhou uma data de lavadores como este pelo Monsanto.

Lava-bicicletas

E apanhando o Sol da tarde encontrei um jovem ciclista com a sua amiga. Que sirva de exemplo para todos nós!

Jovem Ciclista

E foi por aqui que tive de decidir para onde deveria fazer o resto do percurso. Apontei para o Alvito e desci para a Ajuda, e ao passar pelo Estádio do Atlético tirei esta foto da Ponte:

Ponte 25 Abril na Ajuda

Até aqui cheguei, até porque foi quase sempre a descer. Meti-me pelo Calvário, Alcantara, percorri a Rua das Janelas Verdes, passei pelo Largo Santos e regressei uma vez mais à Praça do Comércio. Ainda nas Janelas Verdes, parei no jardim em frente ao Museu de Arte Antiga e captei estas duas imagens do porto de Lisboa e do Tejo:

Rio Tejo, Almada ao fundo

Porto Lisboa

Sinto imenso prazer de passear pela baixa, talvez porque quando passo de carro por aqui me sinta preso pois não posso parar, não posso estacionar, não posso apreciar. Subo de novo a Rua Augusta lotada de gente que procura incessantemente uma loja onde possa deixar o seu dinheiro. É o consumismo Natalício no seu melhor.

Rua Augusta

Nem toda a gente procura lojas para esbanjar a carteira, há quem procure ganhar algumas moedas. Eis um caso dum artista que desmente o Ronaldo num célebre anúncio, agora na versão: Parado rendo!

Parado rende!

Para quem não conheça (não faltam por aqui muitos visitantes brasileiros), eis o elevador do Chiado:

Elevador do Chiado

Subi até aos restauradores e passei pela entrada do parque de estacionamento dessa praça e, imaginem, estava cheio!

Estacionamento lotado

Buzinadelas, cruzamentos fechados, impaciência, desespero, raiva, são algumas das consequências que me apercebi no local. E por acaso estava em cima da solução mas estes concidadãos preferem sofrer...
E lá tive de regressar porque a tarde ia-se adiantando e os dias são pequenos. Deixo abaixo o percurso que ficou em 25 Km.

28 de out de 2007

Iniciativa da FPCUB no Monsanto

Como não podia deixar de ser, dei um saltinho ao Parque Recreativo da Serafina ao encontro da tal iniciativa da FPCUB. Como era manhã de Domingo, o Monsanto está repleto de ciclistas devorando quilómetros por aquelas ciclovias, destilando litros de suor e hoje extraordinariamente também estavam pelo menos duas equipas de reportagem. Uma junta ao Campo de Tiro e outra a fazer algumas entrevistas aos responsáveis da Federação Portuguesa de Cicloturismo no local, e a alguns ciclistas que por lá passavam.

Escritório do FPCUB na Serafina

Lá deixei a minha assinatura no abaixo-assinado e fiquei a presenciar o movimento de ciclistas que por ali passeavam, esgueirando-se por entre os pinheiros, por entre os carros que chegavam ou partiam, constrastando com o movimento lento, com o pára-arranca dos automóveis no parque.

Fiquei deliciado com uma bicicleta que uma das pessoas junto àquele barracão tinha em exposição. Uma pasteleira que essa pessoa pacientemente e onerosamente recuperou:

Pasteleira

Reparem no pormenor do selim, do gerador eléctrico vulgo dínamo, da bomba de ar fixa no quadro e até na campaínha. E eu que tinha uma pasteleira destas e uma outra ainda mais antiga que era do meu avô, lá em casa na Figueira....

Como não havia bandeiras e cartazes, e as manifestações andam meio proibidas desde que o pequeno ditador veio chefiar o governo, decidi regressar para almoçar. Vou agora estudar o próximo percurso com a minha bina...

5 de out de 2007

Dia da República, Monsanto!

Nada melhor que dar uma boa pedalada para comemorar o Dia da República. Como ainda ninguém quis correr comigo, são todos uma cambada de cobardes, acabei por dar um giro por Benfica e conhecer mais um pouco os milhentos caminhos dentro do Monsanto. Entrei pela ponte pedonal vindo do Fonte Nova e lá me pus à descoberta do Monsanto.

Ponte pedonal em Benfica

Ponte pedonal em Benfica 2

Fico ainda surpreso por ver tantos ciclistas desbravando todos aqueles caminhos por entre eucaliptos, pinheiros, ciprestes e muitas outras árvores. Só que a maior parte deles, a esmagadora maioria, são do tipo profissionais, pois andam todos de capacete enfiado na caixa craniana. Acho isso um bocado ridículo. Basta recuar uns anos e na minha terra de origem onde toda a gente andava de bicicleta e por todo o lado, nunca ninguém usava tal apetrecho e NUNCA houve nenhum acidente por causa disso. Braços e pernas em carne viva, até braços partidos, de vez em quando lá acontecia mas era raro. Agora cabeças partidas?
Agora se o pessoal andasse a pedalar em bicicletas de velocidade e a fazer corridas, concordo e apoio o uso de capacete, mas andar a passear pelo Monsanto ou por esta cidade de Lisboa, acho ridículo.

E aqui fica para a posteridade o meu percurso de hoje:

29 de set de 2007

Para não perder ritmo...

Hoje numa de esticar as pernas, e como o tempo prometia chuva, fui apenas dar uma voltinha pelo Monsanto. Do Pina Manique embiquei pró Bairro da Boavista e fui descobrindo uns caminhos que eu não fazia ideia de existirem dentro do Monsanto. Realmente tenho muito que descobrir por lá. O que acho estranho é chamarem de pistas de bicicletas a aqueles trajectos que nalguns trechos tem quase 90º de declive! Porra, aqui é para fazer escalada, não para pedalar de bicicleta!


Mas o passeio vale bem pela paisagem, e se se tiver a sorte de ver um esquilo como o vi, já está o passeio ganho. Não há foto, são rápidos demais :)
Concluio que ainda tenho muito que praticar para perder mais peso, ter mais força nas pernas para vencer muitas das subidas do Monsanto e não só, mas vontade não falta. Só espero que amanhã não esteja de chuva....
E tenho de arranjar companhia, alguns colegas estão quase a ceder para me acompanhar! Kensei, cá te espero!

16 de set de 2007

Meus primeiros 200Kms :)

Hoje aproveitei parte da manhã do Domingo para fazer mais umas centenas de quilómetros com a minha bike.


Como se pode perceber na imagem de satélite, foram pra aí uns 200 Km, atravessando Buraca, Monsanto, Zambujal e de novo na Damaia de Cima. Algumas coisas me chamaram a atenção, algumas positivas e outras negativas. Começo por mostrar aqui duas fotos duma zebra à entrada da rotunda do Monsanto, vindo do túnel proveniente da Buraca:

Passagem de peões

Passagem de peões 2

Gostava de saber como é que um deficiente motor conseguiria subir para o passeio, são uns bons 40 cm para trepar. Mesmo alguém de muletas teria enorme dificuldade em o fazer. Este rico trabalho já está assim há anos, desde a construção do nó do Pina Manique, e ninguém quis fazer nada para o corrigir.
De seguida apanhei a ciclovia que a Câmara de Lisboa construiu paralela à Radial de Benfica e deparei com este enorme obstáculo a tapar quase toda a ciclovia, numa das curvas onde mais acidentes de carro existem no País, o Pina Manique.

Ciclovia da radial Benfica

Ciclovia da radial Benfica 2

Claro que com uma bike não há problema algum, mas o que espera quem de direito para resolver isto? E imaginem isto acontecer quando algum ciclista fosse a passar por aqui!

Fiquei surpreendido pela enorme quantidade de caminhos, largos e estreitos que existem por Monsanto, que só é possível nos apercebermos-nos deles indo a pé ou de bicicleta! Exemplos de 3, todos na zona do Pina Manique:

Caminhos no Monsanto

Monsanto

Passagens no Monsanto

Algo que me deixou mesmo surpreendido foi encontrar um lava-bicicletas, construído pela Câmara de Lisboa. Nunca pensei existir algo assim, embora a maior parte dos ciclistas que andam pelo Monsanto, e são muitos, conheçam estas infra-estruturas. E ao contrário do bebedouro que estava ao lado, o lava-bicicletas funcionava em pleno!

Lava-Bicicletas

E muita gente nas suas caminhadas dominicais e claro, muitos ciclistas a circularem por todos aqueles caminhos dentro do parque do Monsanto.
Mais fotos podem ser encontradas na minha conta do flickr, mas não esperam por muita qualidade pois foi tirada com uma máquina digital de 2 megapixels, do meu Htc.